21 de Outubro de 2014

Crème renversée au caramel


Finalmente, estou de volta. Depois de muitas férias por aí (Paris e ilha de São Miguel - Açores), chegou o outono e com ele uma nova etapa na minha vida. Uma vida a dois com uma cozinha quase só para mim!

O tempo livre agora é muito menos com a existência de uma casa para organizar e cuidar, o tempo de leitura dos blogues é muito reduzido, mas aos poucos vou tentando acompanhar.

Espero também que voltem a acompanhar-me desse lado!


De Paris veio o meu tesouro, o livro Sucré da Ladurée. É um livro pequeno com capa de veludo, os bordos das páginas são dourados e vem acondicionado numa caixinha perfeita. Acreditem, é mesmo um tesouro!


O Steven gostou bastante da receita, contudo diz que é muito idêntico ao creme de baunilha e laranja.

Ingredientes (8 ramequins):
Creme
2 vagens de baunilha
60 cl de leite completo
40 cl de crème fraiche inteiro liquido
4 ovos inteiros + 4 gemas
200g de açúcar

Caramelo
10 colheres de sopa de água + 3 colheres para diluir
250g de açúcar

Preparação:

1. Com a ajuda de uma faca, corte as vagens de baunilha ao meio no sentido longitudinal. Raspe o seu interior para extrair os grãos. Verta o leite e o creme numa caçarola, junte as vagens e os seus grãos. Deixe borbulhar. Retire do fogo, cubra e deixe em infusão 15 minutos;

2. Durante este tempo, numa caçarola, deite 10 colheres de sopa de água e o açúcar até obter uma bonita cor caramelo. Retire do fogo, mergulhe imediatamente o fundo da caçarola em água fria para parar a cozedura. Junte de seguida as 3 colheres de sopa de água quente, tendo cuidado de não se queimar e mexa para homogeneizar a água e o caramelo. Se o caramelo for muito espesso, coloque a caçarola 30 segundos sobre o fogo e mexa com uma espátula de madeira. Coe o caramelo para o fundo dos ramequins (3 a 4 mm  de espessura). Deixe arrefecer;

3. Numa grande taça, bata os ovos inteiros, as gemas e o açúcar até ficar uma mistura ligeiramente esbranquiçada. Retire as vagens de baunilha da mistura do leite-creme  e meta-o ao calor na caçarola. Verta 1/3 do leite-creme sobre  o preparado das gemas e açúcar e misture levemente com uma vara de arames sem fazer espuma e adicione o resto do leite-creme;

4. Pré-aqueça o forno a 170ºC. Verta o preparado nos ramequins até 2-3 mm do topo. Coloque os ramequins numa assadeira e coloque-a no forno.  Encha a assadeira de água até 5 mm do topo dos ramequins. Deixe cozinhar assim, em banho-maria durante 1h;

5. Retire do forno, deixe arrefecer e reserve no frigorífico. Para desenformar os cremes, passe delicadamente uma pequena faca toda à volta de cada ramequim e volte-os sobre pratos de servir.

Deliciem-se!!

Fonte: Livro Sucré - Ladurée


2 de Setembro de 2014

turismo e um casamento em terras francesas

Calor, praia, férias... é isto que me tem mantida afastada do blogue.

"Voltei, voltei, voltei de lá! Ainda ontem estava em França e agora já estou cá!!"


Foi uma semana inteira a visitar tudo o que pude, há tanta, mas tanta coisa a visitar em Paris que é impossível ver/ir a todo o lado. Mesmo assim consegui ver uma boa parte. Para isso comprámos um passe semanal que abrangia as 5 zonas e podíamos apanhar o metro, os autocarros, os comboios e ir a todo o lado sempre que quiséssemos.

Dica importante para evitarem filas: os monumentos mais visitados fizemos sempre de manha entre as 9h-9h30!

Segunda-feira: Arco do Triunfo (subida a pagar), Avenida campos Elísios, Praça da Concórdia, Ponte Alexandro III, vista por fora do pequeno e grande palácio que se encontram fechados às segundas, Igreja Madalena, Ladurée, Praça Vêndome, vista por fora da Ópera.

Arco do Triunfo

Lado direito, Avenida dos campos Elísios vista do Arco do Triunfo

Praça da Concórdia

Pormenor da Ponte Alexandre III

Grande Palácio

Pequeno Palácio
Igreja Madalena

1,90€ cada macarron, vale a pena. Maravilhosos!
Só lojas das marcas mais famosas, sempre com seguranças nas entradas

Ópera

O almoço foi uma sandes de "pavot au poulet" a menos de 5€ e uma garrafa de água (50 cl) a 2€!
Fomos 3 vezes ao Paul, muito boas as sandes!

Muitos quilómetros percorridos, com uma tarde chuvosa, no dia seguinte as pernas reclamaram...

Terça: Torre Eiffel (15€ com subido ao topo), Museu dos inválidos+igreja com túmulo de Napoleão (a pagar), Coração Sagrado, Moulin Rouge (Avenida Pigalle), Trocadero.

Catedral Notre Dame vista da Torre Eiffel

Museu dos Inválidos

Igreja do museu dos inválidos
Coração Sagrado - magnífico!


Trocadero
O nosso almoço foi tardio, pois o museu dos Inválidos é enorme (2-3h a visita). Encontrámos um espaço bem simpático com comida pré-preparada e pastelaria também, com cadeiras e esplanada :)
As pastelarias em França não são as nossas pastelarias, onde nos sentamos à vontade e mandamos vir um série de coisas. Pensem nas pastelarias em França como as nossas simples padarias. É isso, vais lá, pedes o bolo (caríssimo) e levas para casa ou para o jardim ou comes pelo caminho.

Ratatouille com frango
Quarta: Museu do Louvre (a pagar/fechado às terças), Jardim das Tulherias, Panteão

É um mundo!

Entrada jardim das Tulherias. Com centenas de árvores, estátuas, muitos lagos com cadeiras sempre disponíveis. Ideal para comer a nossa sandes.
Panteão. Paga-se entrada
Dica: Há monumentos em que não se paga a entrada ou tem tarifas reduzidas para jovens com menos de 26 anos. (o que não era o nosso caso :/ )

Quinta: Catedral de Notre Dame de Paris, Ponte dos cadeados, Santa Capela.

Detalhes, detalhes, altura! (Paga-se para subir às torres)

Não deixámos o nosso pela polémica que se tem instaurado...

Santa Capela. Vitrais, vitrais e mais vitrais a contar histórias! (Paga-se entrada)
Sexta: palácio+jardim de versalhes (dá para um dia inteiro). Paga-se a entrada.

Sala dos espelhos. O luxo no seu esplendor!

O jardim de Versalhes é simplesmente uma "Cidade", tem km e km a percorrer. Há comboio para transporte, há carros de golfe para alugar e também bicicletas. Nós caminhamos, caminhamos, caminhamos e nunca mais tinha fim. É um mundo!
Neste dia comprámos as sandes lá nos quiosque que existem espalhados pelo jardim. São mais caras e não são grande coisa.

Sábado: le marriage

Como começar? Como vos explicar as diferenças com o nosso casamento?


Pelo início:

A cerimónia - Começa às 15h da tarde numa igreja bem grande com vitrais, demorou cerca de 1h, como muitos cânticos, os quais íamos acompanhando. Na cerimónia muitas senhoras usam chapéu ou adereços no cabelo. Curiosamente, eu fui a pessoa que levou os tacões mais altos. Vi lá sapatos muito, muito feios! E tacões da avó (em raparigas jovens).

Depois fomos para o chateu, a km de distância no meio do nada. Mas o "copo de água" não se realiza dentro deste, mas sim numas salas/pavilhoes em anexo. 1h a tirar fotos, lá utilizam muito os acessórios, balões, molduras, etc


Só as 18h começou o coktail, que são as bebidas e pequenas entradas (amuses bouches) servidas no jardim. Ou seja tivemos umas 2h a apanhar frio no jardim a petiscar, as travessas bem apresentadas, os empregados também andavam pelo jardim com bandejas com os petiscos! O que eu gostei foi dos pãezinhos com manteiga e salmão fumado. As entradas lá são com ingredientes completamente diferentes dos nossos. tostas com compotas, bolinhas com foie gras, etc


Finalmente vamos para o interior sentarmo-nos. Os noivos não têm cadeiras especiais como se vê por cá. Mas a decoração era muito bonita. E comer? Mais espera, porque lá há sempre alguém a animar a noite, há discursos, há jogos, há a pista aberta e toda a gente a dançar (de barriga vazia (quase) por amor à santa!).

Primeiro veio o prato de peixe, que tinham nomes todos pomposos que nem o Steven sabia bem o que estávamos a comer ás vezes.


Entre cada prato (peixe, carne, salada com tábua de queijos e sobremesa) existem vídeos sobre os noivos, vídeos sobre as festas de despedida de solteiro, jogos, etc. Acaba por ser um casamento muito divertido, em que não se apanha seca, esse para mim é o ponto forte. Agora no que concerne à comida, é fraquinho (em comparação com o nosso), óbvio que a apresentação é fantástica dos dois primeiros pratos, mas se não fossem os empregados a passarem de vez em quando com um tabuleiro com pãeizinhos, eu estava tramada.

Como estava muito escuro as fotos dos outros pratos ficaram muito mal.

Lá não existe "o noivo beija a noiva, o noivo beija a noiva". Ahh, entre um dos pratos fomos lá fora para ver fogo de artifício, assim, sem mais nem menos ou por motivo algum. Cá costumam fazer o fogo de artifício enquanto os noivos cortam o bolo etc e tal...

O bolo da noiva é chamado de "peça montada", porque é feito de massa choux, muito bom mas na minha opinião, sem a beleza necessária para um bolo de noiva.

Outra coisa que reparei, as lembranças que os noivos nos dão já estão nos nossos lugares. Por norma não se oferecem visitas, mas sim presentes. Os noivos efectuam uma lista e as pessoas dão essas coisas necessárias. No entanto eles escolheram as visitas. Mas não pensem que nós damos o envelopezinho aos noivos quando nos vamos embora. Eles têm lá uma mala especial com uma ranhura (têm envelopes à disposição também) onde nós deixamos lá o envelope. Eles dão muito atenção aos pormenores e são eles próprios que fazem essas coisas todas. Colagens de fotos de amigos, pequenas decorações, etc.

O lançamento do ramo da noiva também é feito de maneira diferente e foi feito logo no início, no jardim. O ramo tem várias fitas de cetim atadas e cada rapariga agarra uma. A noiva que tem os olhos vendados e uma tesoura na mão, vai cortando fita a fita, até sobrar uma no final :) Depois essa rapariga desfila com uma faixa ao peito e tudo. É tudo muito pensado e organizado por eles próprios. (damas de honor e acompanhantes do noivo).

Resumindo e concluindo, o casamento à grande e à francesa é cá em Portugal ;)

É verdade que o nosso acaba por ser um excesso de ostentação de comida, todas aquelas mesas de marisco, mesas de queijos, mesas de doces etc.  que lá não existe.

O francês acaba talvez por ser mais equilibrado, mas falta variedade de comida, porque são só aqueles dois pratos e está feito!

Por outro lado o nosso tem momentos mortos em que não há nada para fazer, momentos secantes e o francês é sempre em movimento e divertido!

Gostei muito da experiência :)


29 de Julho de 2014

Bolo suiço de tigela


Pergunta do S. ao provar este bolo: "Mas o que é que fizeste?"
É verdade, não fiz nada. 



Fiz apenas a montagem. Este bolo é mesmo para um dia de verão fresco, geladinho ou não tivesse no seu interior um verdadeiro gelado, e tão simples de executar. Perfeito para alegrar uma mesa de festa, um convívio!


Ingredientes:
2 tortas de chocolate
2 caixas de gelado de nata

Preparação:

1. Forre uma tigela média com película aderente de modo a que esta saia da borda. Assegure-se de que a película toca no vidro e agarra bem;

2. Corte as tortas em fatias de centímetro e meio. Coloque uma fatia no meio da base da tigela e outra ao lado. Continue até cobrir todo o interior. Calque levemente para que não fiquem intervalos entre fatias;

3. Com uma colher, deite o gelado na tigela, até esta ficar completamente cheia. Leve o bolo ao congelador durante a noite, ou até ficar completamente firme;

4. Assim que o gelado estiver solidificado, retire o bolo da tigela, com a ajuda da película aderente. Passe uma faca entre a tigela e a película para ajudar. Quando o bolo se soltar da tigela, coloque o prato de servir sobre a tigela e volte-a.

Deliciem-se!!

Fonte: Livro "Cozinhar em casa é fácil" de Lorraine Pascale

23 de Julho de 2014

Omelette soufflé et piperade


Queria preparar algo simples para uma refeição descomplicada e rápida e fui buscar um dos meus recentes livros de culinária.

imagem retirada da net

Nunca vi nenhum programa seu, li algures muito bem sobre o seu cantinho e a sua paixão e deste seu livro. Resolvi comprar. É um livro bem grande, com muitas e muitas receitas, as fotos são bonitas de um modo rústico.

Adoro folhear o livro, mas confesso que não me apaixonei (para já) perdidamente, tenho outros que me identifico mais.


Ingredientes (2):
piperade
azeite
1 dente de alho esmagado
1 cebola fatiada
1 raminho de tomilho
1 pimento verde, sem sementes e fatiado
algumas gotas de molho picante
2 tomates cortados
uma pitada de açúcar
sal
omellete
4 ovos separados
uma pitada de sal
1 c. sopa de manteiga

Preparação:

1. Para fazer a piperade, coloque uma frigideira larga anti-aderente a aquecer e coloque o azeite, o alho, a cebola e o ramo de tomilho dentro. Quando a cebola começar a amaciar, acrescente o pimento, o molho e os tomates. Tempere com sal e cubra a frigideira até o pimento ficar macio;

2. Entretanto, pré-aqueça o forno a 180ºC a faça a omellete. Coloque as claras e o sal numa taça e bata até ficarem firmes. Noutra taça, bata as gemas por um minuto. Deite metade das claras nas gemas até incorporarem, depois deite o resto;

3. Coloque uma frigideira larga anti-aderente (que possa ir ao forno) a aquecer. Derreta a manteiga até começar a frigir, então deite os ovos e espalhe-os rapidamente com uma espátula e cubra o fundo da frigideira. Cozinhe por 3-4 minutos, depois coloque no forno mais 4 minutos;

4. Para servir, retire a omellete da frigideira com a ajuda de uma espátula. Inverta um prato grande sobre a omelette e vire a frigideira, de modo a omelette cair no prato. Remova o raminho de tomilho da piperade, adicione o açúcar. Espalhe o piperade por cima da omellete e sirva imediatamente.

Deliciem-se!

Fonte: livro "The little Paris kitchen" de Rachel Khoo


17 de Julho de 2014

Cupcakes de baunilha recheados com compota de morango


Lindos cupcakes! Deliciosos cupcakes! Tão fofinhos que parece que se desfazem na boca... e para quem os fiz?



Para ninguém e para toda a gente. O gatinho foi para mim, o cãozinho para a minha mãe, o coelho para o S. e por aí afora... Apeteceu-me fazer uns cupcakes decorados, já que tenho tanta coisa cá em casa para a decoração, aproveitei uma tarde cinzenta e assim a cozinha ganhou um pouco de cor :)



Ingredientes (12):
200g farinha
1 1/2 c. chá fermento
185g açúcar
90g manteiga sem sal amolecida
1 ovo + 1 clara
1 c. chá essência de baunilha
125ml leite
doce de morango q.b.

cobertura (creme de manteiga básico):
3 claras
185g açúcar
1 pitada de sal
250g manteiga sem sal cortada em pequenos pedaços amolecidos
corante alimentar vermelho

Preparação:

1. Aqueça previamente o forno a 180ºC. Forre um tabuleiro de queques com forminhas de papel;

2. Numa tigela, misture a farinha, o fermento e o sal. Numa tigela grande, utilizando a batedeira eléctrica na velocidade média, bata o açúcar com a manteiga até obter um creme leve e fofo (2 a 3 minutos);

3. Adicione o ovo e a clara de ovo, um de cada vez, batendo a baixa velocidade. Junte a baunilha;

4. Adicione a farinha em 3 vezes e alterne com o leite, batendo sempre a baixa velocidade, apenas até combinar;

5. Divida a massa pelas forminhas para queques, enchendo cada uma até 3/4;

6. Leve ao forno até dourarem ligeiramente, quando picar o centro dum cupcake com um palito, este deve sair limpo (18 a 20 minutos);

7. Deixe os cupcakes arrefecerem um pouco e transfira-os para uma grelha para arrefecerem completamente;

8. Com a ajuda de uma faca, recorte o centro de cada cupcake, preencha-o com o doce de morango e tape com a tampinha de cupcake que recortou anteriormente;



9. Para o creme de manteiga, misture as claras e o açúcar numa tigela refractária. Numa caçarola leve a tigela em banho-maria, durante cerca de 2 minutos, mexendo sempre até o açúcar se dissolver completamente e a mistura ficar demasiado quente ao toque (cerca de 71ºC);

10. Retire a tigela da caçarola. Utilizando uma batedeira eléctrica na velocidade alta, bata as claras em castelo até ficarem fofas e firmes, durante cerca de 6 minutos;

11. Com a batedeira na velocidade média, adicione aos poucos o sal e a manteiga, batendo após cada adição.

12. Divida o creme em 2 e dê cor a um deles com corante alimentar vermelho;

13. Preencha um saco de pasteleiro duplo com os cremes e com o bico estrela e decore os cupcakes.



Deliciem-se!!

Fonte: Livro "Cupcakes" de Shelly Kaldunski e adaptação da colecção pastelaria criativa



11 de Julho de 2014

Harissa Burger


Já repeti esta receita, tão fácil de preparar, tão pecaminosa, um sabor excelente, mais do que excelente, ligeiramente exótico e os pickles de cebola roxa?? O meu favorito nesta receita.



Este tornou-se o hambúrguer favorito do S., nem mesmo os do Mac batem este (diz ele).
Mesmo depois de uma corrida, em que se deve evitar estas coisas obscenas para a linha, não se consegue evitar. What else? ;)

Ingredientes (2 pessoas):
hambúrgueres
200g de carne de vaca picada
2 alhos picados
cebolinho picado
pitada de sal
pimenta q.b.

molho de harissa
maionese q.b.
1c. chá de paprika
1c. chá de gengibre em pó
1c. chá de cominhos
pitada de sal e pimenta
Misture todos os ingredientes e reserve.

pickles de cebola rocha rápidos
1/2 chávena de vinagre branco
2 c. sopa de açúcar
pitada generosa de sal
1 c. chá de pimenta inteira
5 dentes de alho inteiros
1/2 cebola roxa grande cortada em fatias finas
Coloque todos os ingredientes num tacho com água a ferver durante 1 minuto e colocar no frigorífico. Reserve.

4 fatias de bacon fritas (2 por hambúrguer)
pão para hambúrguer
salada de rúcula ou agrião ou alface
fatias de queijo cheddar

Preparação:

1. Aqueça um grelhador e faça os pickles e refrigere-os;

2. Numa tigela, misture com as mãos, a carne, o alho, o cebolinho, o sal e a pimenta. Atenção para não amassar demasiado. Forme os hambúrgueres e reserve;



3. Frite as fatias de bacon e deixe escorrer em toalha de papel;

4. Numa outra taça mais pequena faça o molho de harissa;



5. Grelhe os hambúrgueres de ambos os lados em lume médio-alto;

6. Coloque uma fatia de queijo em cima de cada hambúrguer. Desligue o lume e deixe o queijo derreter com o calor. (pode colocar um testo por cima);

7. Assim que o queijo derreta, monte o harrisa hambúrguer. Espalhe uma camada generosa de molho, coloque os hambúrgueres, as fatias de bacon, mais molho, salada e os pickles e acabe com o pão por cima;

8. Sirva imediatamente;

Deliciem-se!!

Fonte de inspiração: Feasting at Home